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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Peregrino do AMOR







Quanto já me emocionei ao ouvir a sua voz
Quanto já chorei ao ver o que escreveu a nós
Pregou com tua vida e fez a Igreja assim crescer
O mundo deu perseguições e Deus te deu consolações
O teu amor embriagou com o mundo
Fez a tantos jovens mergulharem mais fundo

Refrão:
És o Peregrino do Amor
Buscou os jovens com tanto ardor
Ninguem jamais andou por tantas terras
Nem levou a paz a tantas guerras
Tentaram até calar a sua voz
Em troca revelou o Céu a nós
O Mendigo do meu Senhor
Por isso que eu te sigo
Peregrino do Amor

Olhando tua Agonia só posso imaginar
Que a própria Virgem Maria Veio te buscar
Com os anjos te levou ao mais lindo lugar
E todos os Santos lá estavam a te esperar
Foi por ter buscado a tantos jovens
Em tua paz tua juventude veio a ti

Refrão

Tao grande era a força do teu ver
Até os maus vieram e te buscaram tambem

És o Peregrino do Amor
Buscou os jovens com tanto ardor
De tuas fraquezas não nos fez segredo
E deu a ordem pra não termos medo
A Fé não está no corpo que se inclina
Mas está na alma do que crê
Eu creio que és o nosso intercessor
por isso que eu te sigo
peregrino do amor

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Saudade = Vontade + Limites = Momentos Melhores



É, esta ai um assunto que me chamou muita atenção. Estava dando uma olhada na prova do INSS-2005, e um dos textos da prova de português, falava sobre os diversos tipos de SAUDADE. Isso mesmo, tipos de saudade. Até o momento, para mim saudade não tinha tipo, era simplesmente saudade, um sentimento que se sente, quando você não tem mais algo ou alguém e lembra do que já viveu, do que já passou, dos momentos bons com esse alguém ou algo. Como diz a música "Saudade" do Diácono Nelsinho Corrêa, - Só se tem saudade do que é bom-.
Mas significados a parte, pude notar ao ler o texto, que realmente, a nossa juventude, adquiriu diversos tipos de saudade, que levam a responder alguns tipos de problemas adquiridos. E eu escolhi duas em especial, que é a saudade do que não viveu e a saudade do recente.
Isso mesmo, quem aqui, nunca pensou ou falou que queria viver na época de seus pais, onde tudo era mais tranquilo, sem tanta violência. Nós ouvimos nossos pais, tios e até avós comentando, que na juventude, eles iam e voltava de bailes de carnaval, aqueles com máscaras e tudo, a pé, de madrugada, sem nenhum perigo à correr, tinham turmas de amigos onde todos se respeitavam, e a brincadeira era o lema - que saudade desse tempo que não chegou até nós-. Ai você me pergunta, mas não existia drogas ou brigas? Sim. Claro, isso tudo não é de agora. Mas quem se metia com essas porcarias, era simplesmente taxado de otário, de idiota, as meninas não se sentiam atraídas por menininhos que se diziam descolados dessa maneira - o descolado era quem tinha uma lambreta - e hoje, o mundo está tão conturbado, que drogas, brigas, violência, preconceito, virou sinônimo de Gente Bacana!- Que pouca vergonha esse mundo!
Agora eu me pergunto, por que tudo isso mudou? O mundo perdeu o freio, os limites. Naquele tempo, os pais podiam não saber em exato onde os filhos estavam, mas ficavam tranquilos. Hoje, os pais sabem onde eles se encontram, e por isso, não dormem direito à noite.
O mundo se tornou um lugar onde passar por ele virou uma aventura, de filme de terror, e não como antes de filme de comédia romântica, onde tudo era bonito e terminava BEM no fim!
E entrando no segundo tipo, a saudade do recente, me pergunto, é melhor ter saudade do que se viveu?-Sim! Mas nossa realidade de jovens, termina tendo saudade de tudo, muito rápido. Tudo é descartavél, tudo é passageiro, seja uma marca de roupa ou de eletroeletronico, ou um sentimento, um momento da vida. É só olhar, por exemplo, como os modelos de carro mudam. Nossos pais tem o orgulho de dizer que sentem saudades do Opala, Jaguar, Sinca, Rural. E hoje? quantos de nos podemos dizer uma marca certa de carro, do qual sentimos saudades? Simplesmente as coisas passaram a ser descartáveis, passaram a não ser muito importantes na nossa vida, por que tudo passa, tudo é substituivél.
Vamos lá, já expliquei os sentidos desses tipos de saudade. Então me digam? Será que não é por isso, por tudo ser substituído, por tudo deixar de ser importante, e dos jovens não terem vivido momentos bons, que hoje eles se fecham em seus mundos e vivem sem dar muita atenção ao outro? Sem dar muita atenção ao que o cerca?
Nossa juventude é assim. Tem saudade, e sabe o que foi e é bom, mas aprendeu a não dar valor. E vivem em mundos fechados na sua própria vidinha, onde tudo o que importa é satisfazer seus próprios desejos.
Garanto a vocês, na época de meus pais, o casamento por exemplo, não era a instituição falida, que muitos consideram hoje. Ele passou a ser, pelo decorrer das coisas, das pessoas viverem olhando simplesmente para o seu próprio umbigo. Quero dizer com tudo isso, que se os jovens, reconhecessem que, o que foi bom, pode voltar a ser, entenderiam os limites necessários a vida, as morais, os conceitos, os paradigmas.
Nada na vida funciona sem limites, e se nos, de um jeito ou de outro, temos saudades pelo que não foi vivido por nós. Garanto que nossa natureza humana, sente e clama por limites!

Por. Irene Cavalcante

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Compromisso I


Compromisso, essa é a palavra ausente no vocabulário dos jovens, e isso é perceptível em tudo. Outro dia, por exemplo, eu estava no determinado local e alguém falou de casamento, e realmente era brincadeira, no entanto logo escutei uma voz de uma menina como que espantada: “CASAMENTO? TÁ DOIDO?”,eu me perguntei, como assim? As jovens do tempo de minha avó e até da minha mãe sonhavam com isso. Mesmo quando eu disse ser brincadeira, responderam: “mesmo assim não tem nem que se pensar nisso”. Concordo que somos muito novos para vivermos isso, mas nem para pensar? Não proponho aqui, casamentos irresponsáveis aos 20 anos ,eu entendo que no mundo de hoje devemos planejar nossas futuras famílias, para que nelas possa haver equilíbrio, que haja condições para criar os filhos e garantir para eles um bom futuro. Mas essa de imaturidade é apenas a desculpa usada, pois no fundo o que existe é um pensamento de, “ahh! vou viver a vida, de qualquer jeito, “aproveitar” muito, quando eu me cansar ai eu vejo o que eu faço”. E daí, saem o que já vemos nos dias de hoje, uns senhores(ras) que não se respeitam, não se enxergam, querendo com 50 anos ter atitudes de 15, sem saber dividir as épocas,vestindo-se como jovens, usando adereços de jovens,andando como boyzinhos(as); não que isso não seja possível, o que não percebem eles(as)entretanto, é que a época já passou, e que a cada idade mudam-se as atitudes, os pensamentos, e os ideais. No entanto isto é nada mais nada menos que o futuro vazio dessa próxima geração, que leva a vida sem compromissos, fugindo de responsabilidades, desapegada de tudo e todos.

Obs.: Segue abaixo o link de uma matéria para quem se interessar pelo tema, achei-a enquanto procurava a foto que se identificasse com o que escrevi. Muito interessante.

http://www.sepal.org.br/novo/index.php?option=com_content&view=article&id=3398:a-arte-perdida-do-compromisso&catid=43&Itemid=185


Por: Miguel Neto

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conceitos invertidos




Conceitos invertidos, é um tema interessante de se comentar com a nossa juventude. Mas para falar a verdade, isso me chamava a atenção mas nunca como ontem. Me peguei assistindo a um daqueles programas de auditório onde, até ontem para mim, nada construtivo se passava ali. Mas um dos convidados deste programa fez um comentário fatídico, onde frisou que hoje, a juventude tem atos totalmente diferentes dos jovens dos anos 70 e 80, onde para eles os "conceitos estão invertidos". Podemos até pensar que isso se dá pela mudança de vida, da tão famosa globalização. Mas se entrarmos a fundo nesse assunto o que encontraremos, são núcleos famíliares sem a miníma estrutura, que joga para a escola um dever de educar caráter.
Em primeiro lugar, escola faz com que jovens cresçam cientificamente, em segundo lugar, família tem o dever de plantar e fazer crescer o desejo do jovem de descobrir, de crescer intelectualmente, de aprender, e acima de tudo, de educar socialmente. Daí, já educado, a escola o insere no meio social. Não estou aqui inventando nada, isso é lei, isso é a nossa Constituição. E apartir do momento que um dos lados passa a não cumprir o seu dever, a educação dessa juventude passa a ser feita de maneira falha.
Hoje para jovens, a pessoa que é honesto é otário, quem fala a verdade é idiota, quem tem uma religião e a ela segue é careta, quem recusa bebida ou farras é criança, e assim vai.
É, está ai, os conceitos trocados. Juventude, que diz que Deus é hipocresia, é careta, só pode ter conceitos trocados. Isso é falta de familia, de pulso, de alguém que fale o que é certo e o que é errado. Jovens dos anos 70 e 80, tinham educações voltadas também para a religião - onde Deus estava presente na educação de cada criança, fazendo parte de suas escolhas, ajudando a compreender melhor o mundo através de sua palavra e presença, os pais colocavam DEUS na vida de seus filhos por que eles tinham Deus também - , tinha um rumo voltado para a moral e bons costumes. Mulher e homem se respeitavam.
Hoje temos meninos e meninas que vivem sem pudor, que vivem fora da moral, e em sua maioria nem a conhecem. Por terem sido criados sem freios, sem limites impostos pela familia e chegando na sociedade achando que podem tudo.
A conclusão de tudo isso? Conceitos trocados, invertidos, a boa parcela da culpa, vem da familia - pais em especial - , que desestruturada ensina aos filhos como é simples e legal trair, humilhar, desreipeitar, mentir, agredir - seja verbal ou fisicamente - , como é normal ser anti ético, ser desleal, como é normal ser anormal.
É simples, não? Os conceitos se invertem dentro de casa, e depois saem delas para poluir as ruas, e assim por diante, num ciclo vicioso. Onde o honesto é ridicularizado, e onde o desonesto torna-se louvado.
Eu prefiro então, ser ridicularizada e careta, mas nessa inversão, prefiro não entrar.

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Por: Irene Cavalcante

Dor da perda,

Essa semana me recordei do sofrimento da perda, quando faleceu o Pai de uma grande amiga minha, que a deixou, junto a sua mãe e uma irmã. Deus não quer que soframos e nos poupa ao máximo, no entanto a vida é regida por uma lei, por Ele criada, nessa lei há a certeza da morte, que é tão dura que mesmo sabendo de sua existência, não a suportamos. Uma frase é muito certa, “se sentimos é sinal que estamos vivos”, e Jesus mais uma vezes se mostra ímpar, um cristão, não é aquele que perde alguém, como no caso citado, e age com naturalidade, sem saudades, mas é aquele que ao mesmo tempo, se conforta, por saber que o ente querido está na presença de Deus, e em Deus espera encontrá-lo. Jesus também chorou quando Lázaro morreu, Ele sentiu a dor da perda, quando São José também o deixou, com sua mãe, e suportou por saber que na verdade ele não tinha morrido e sim o esperava para entrar no reino dos céus.

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Por: Miguel Neto

SEGURA NA MÃO DE DEUS - PADRE MARCELO ROSSI

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Pai, um ser dispensável?

É... Hoje tive uma conversa com uma certa senhora, que teve a capacidade para encher a boca e dizer que pai é um ser dispensável, que serve somente para "fazer e deixar a mãe criar". Ai ai ai, pobre senhora, na certa teve um desses pais que não valem nada, e que enganou ou magoou sua mãe e filhos. É, isso é bem comum.
E depois de conversar com ela, posso dizer que me inspirei a escrever. Mas, cai entre nós, aquele homem que recebe o nome de pai, é por que ele é REALMENTE pai. Se o homem que você chama de pai, não age como o tal, ele não é pai. Ele é somente um homem, que cedeu gametas para lhe formar.
Para mim, pai é quem cria, quem você chama quando está doente, quando você cai, aquele que te ensina a andar de bicicleta.Pai de verdade, aquele homem que faz por onde receber o nome PAI, ele faz você chorar por não te deixar ir em uma festa, mas também te faz chorar em falar para você que está orgulhoso em te ter como filho.
Pai é um ser que Deus criou para dividir a responsabilidade de criar, educar e amar um filho, com a mãe.
E depois de ouvir tudo isso, aquela senhora ficou um pouco chocada, a realidade dela deve ter vindo a baixo. Ver alguém com um pensamento sobre homem, pai, tão diferente do dela, e ainda vindo de uma outra mulher, deve ter sido tocante!
Ao repensar tudo isso, e todas as minhas convicções, garanto que cheguei ao alge da minha certeza. Não só por que tenho um Pai (com P maiusculo), mas por que sei que existem vários pais maravilhosos pelo mundo, pais que também são Homens, de caráter, de personalidades, de boas indoles, e que são postos de lado, onde quase ninguém fala - a não ser no dia dos pais - pois estão sendo encobertos por homens mediocres, verdadeiros mal caráter que machucam, magoam, maltratam - como já falei - esposas e filhos, definitivamente esses não são pais.
Uma frase, verdadeira é aquela que diz: " Pai é quem cria, e não aquele que faz."
Por isso eu digo: " Não! Pai é indispensável!"
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Por:Irene Cavalcante